É Hoje!

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Crise política e crise no Jornalismo em pauta no Jornalismo Univali

O professor Dr. Rogério Christofoletti esteve na Univali no dia 20 de maio, para uma palestra aos estudantes de Jornalismo sobre o tema “Crise política e crise no Jornalismo”. Essa foi a segunda etapa da comemoração dos 25 anos do curso de Jornalismo.

Christofoletti é professor no Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, autor de três livros e organizador de outros oito, dentro do âmbito da ética jornalística e dos observatórios de mídia do País.

Ele afirmou que nossa função é fazer uma cobertura crítica à política mas ela tem que ser justa e sem qualquer conotação partidária. As eleições municipais são as mais importantes, porém, são as que mais subestimamos e que combater a corrupção se tornou um fetiche nacional.
O professor também destacou a concentração de mídia no Brasil. O país é o segundo que mais investe em comunicação e por este motivo. Portanto, é necessária uma redemocratização da televisão. “Democratizar é regulamentar. É necessário impor as regras, destaca o professor.
Segundo Rogério, o jornalista aprende muito mais com as perguntas do que com as respostas.

Na oportunidade, Rogério Christofoletti lançou dois livros: Questões para um jornalismo em crise, cujo é o organizador, e Jornalismo: crítica e ética, do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), criado por ele em 2009.

Texto: Sthéfani Giulia Krebs
Foto: Gilmar Castro Moura

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É hoje!

O professor Dr. Rogério Christofoletti volta ao curso de Jornalismo na noite desta sexta-feira(20) para uma palestra sobre “Crise política e crise no Jornalismo”. Christofoletti foi professor da Univali de 1999 a 2009. Nestes dez anos de atuação na instituição, lecionou disciplinas como Introdução ao Jornalismo, Redação Jornalística, Teorias e Métodos de Pesquisa em Comunicação e Legislação e Ética em Jornalismo. Formou-se em Jornalismo, em 1994, na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em São Paulo. Concluiu Mestrado em Linguística na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 1999. Em 2005, obteve a titulação de Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). É dramaturgo, escritor três livros e organizador de outros oito. Possui dezenas de artigos publicados em periódicos científicos nacionais e internacionais que tratam de ética jornalística, crítica de mídia, novas tecnologias e educação. Foi vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina de 2002 a 2004. Coordenou a Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi), de 2005 a 2009. Implantou o Programa de Mestrado em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, sendo coordenador do programa de 2010 a 2014. Desde 2009, é um dos líderes do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS). Em 2010, venceu o Prêmio Luiz Beltrão, da Intercom, na categoria Liderança Emergente.  13234566_10206531014494369_3842200_o

 

Ângela Bastos empolga futuros jornalistas

 

Uma das mais premiadas jornalistas que atua como repórter especial no Diário Catarinense, Ângela Bastos, deixou lições de vida e inspiração aos estudantes, professores e demais autoridades e funcionários presentes na palestra do dia 16 de maio, segunda-feira.
Com seu jeito único e carismático, Ângela cativou a atenção do público com suas histórias, dicas e opiniões fascinantes. Ela mostrou um pouco do seu trabalho com a reportagem As Quatro Estações de Iracema e Dirceu. A matéria retrata o dia-a-dia de uma família de agricultores que vive em Timbó Grande, Planalto Norte. Pai, mãe e 14 filhos, os quais, o pai se orgulha em dizer que fez o parto e enterrou o cordão umbilical de cada um perto de uma árvore para que, no futuro, seus descendentes “dessem frutos”.
Outras matérias que a jornalista apresentou foram: O Amor é Cego, na qual um vídeo descrevia cada detalhe no estilo audiodescrição, possibilitando, assim, o entendimento do mesmo para as pessoas cegas ou com baixa visão. Mostrava um casal de cegos que provou que para amar não importa a aparência da pessoa e, sim, sua essência. Jovens que tiveram partes do corpo amputadas durante acidentes no local de trabalho também foram destaque em uma das reportagens especiais da jornalista. A última reportagem apresentada por Ângela foi “Mariazinha, a Mãe da Guerra”, que fala sobre uma senhora marcada pelo tempo de sofrimento da Guerra do Contestado, relatando suas memórias.
Pessoa humilde e extremamente humana, Ângela, enfatizou a força que a reportagem tem e que para ela o mais importante não é entrevistar grandes e influentes autoridades que estão o tempo todo na mídia mas, sim, compartilhar com seus leitores acontecimentos de pessoas com carga de experiências reais que ensinam e são tidas como exemplo para aqueles que as lêem.

Texto: Sthéfani Giulia Krebs
Foto: Gilmar Castro Moura
Estudantes do primeiro período do curso de J

ornalismo.

 

 

 

Intercambista chilena conversa com acadêmicos de Realidade Brasileira

A estudante chilena María Ignácia, da Universidad del Pacífico, fez uma apresentação sobre o Chile aos alunos do 3 período do Curso de Jornalismo, na disciplina Realidade Brasileira, ministrada pelo professor Dr. Carlos Golembiewski. María Ignácia é intercambista e está cursando Telejornalismo, aqui na Univali.
Maria Ignácia falou das belezas naturais, comidas e festas típicas, mas também discorreu sobre os principais problemas do país.  Educação Superior, Saúde, Ditadura, Terremotos, entre os outros temas. A proposta do professor foi mostrar que “problemas” existem em todas as partes do mundo. A chilena falou de Pablo Neruda, de Victor Jarra e também das coisas que mais gosta no Brasil. Citou a receptividade dos brasileiros, a variedade de frutas, a comida farta e a diversidade. Após a apresentação, os alunos fizeram perguntas à convidada. Maria Ignacia está no terceiro ano de Jornalismo lá no chile. Conosco faz a disciplina de Telejornalismo.
Para o coordenador do Curso de Jornalismo, professor Carlos Praxedes, essa troca de experiências entre uma intercambista internacional e os alunos de Jornalismo da Univali é muito importante e faz parte do projeto do Centro de Ciências Sociais Aplicadas Comunicação Turismo e Lazer (CECIESA-CTL), que é fortalecer cada vez mais a internacionalização do currículo. Segundo Praxedes, nós não conhecemos nossos vizinhos sul americanos e muitas vezes nem sabemos o que se passa no Estado ao lado. “Esse tipo de evento mostra o quanto a graduação da Univali incentiva a troca de experiências, não só quando nossos alunos vão para o exterior, mas quando os estudantes estrangeiros cursam disciplinas em nosso curso. É para isso que buscamos a internacionalização”, acrescenta Praxedes.

 

Fotos: Nathalia Metelski