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A Univali concorre com quatro reportagens no prêmio CNN de Jornalismo Universitário.

Confira abaixo, nos links, o material de Caroline, Gabriela, Yana e Tamara.

http://www.concursocnn.com.br/2009/seus-videos.php?id=628&vid=93 CAROL

http://www.concursocnn.com.br/2009/seus-videos.php?id=141&vid=68 GABI

http://www.concursocnn.com.br/2009/seus-videos.php?id=642&vid=74 YANA

http://www.youtube.com/watch?v=P3TUHAIJ5uU TAMARA

Foi publicado no www.diario.com.br um ensaio fotográfico da viagem que Elton Souza e Maurício Haas fizeram para o Peru e Bolívia. Junto com a matéria vocês poderão acessar a galeria com fotos feitas por Elton e assistir ao vídeo gravado pelo Maurício.
A viagem fez parte do TCC que o Maurício apresentou na conclusão de Jornalismo, e iniciou a aventura de dois anos como freela do Elton.
Os dois são egressos do Jornalismo da Univali.
 

 O documentário Ciclo das Horas será exibido nesta sexta-feira, na Biblioteca Central . No mar, eles são pescadores apaixonados pelo trabalho ou condenados a um emprego que carece da aplicação das leis trabalhistas. Em terra, eles são pais e maridos que dividem seu tempo entre partidas e reencontros, convivendo com as saudades e a ausência da família. O documentário Ciclo das Horas mostra os relatos destes pescadores industriais, acostumados à rotina de semanas no mar e poucos dias em terra, além de depoimentos dos filhos e das esposas que enfrentam a constante espera pelo retorno.

O filme será exibido no hall da Biblioteca Central da Univali (Itajaí), nesta sexta-feira (26/06), em duas sessões, às 18h30 e 20h40, com apoio da Seção de Arte e Cultura. O documentário, dirigido pela jornalista Sheila Ana Calgaro, encerra a exposição de fotos e extratos do livro Vidas separadas pelo mar, da mesma autora. A equipe conta com a produção de Simone Castro, arte e fotografia de Mederijohn Corumbá, edição de Luciana Siebert e Roberto Stahelin, finalização de Luciana Siebert, trilha sonora de Leonardo Fellipi e narração de Mariana Furlan. O apoio é do Sitrapesca e Pousada Barra Mar. CONTATO: Sheila Ana Calgaro (diretora do filme/autora do livro) –(47) 9605-6061 Simone Castro (produtora do filme) – (47) 8422-6733

SERVIÇO: O quê: Exibição do documentário “Ciclo das Horas” – encerramento da exposição de fotos e extratos do livro “Vidas separadas pelo mar”.

 Quando/Onde: Sexta-feira (26/06), no hall da Biblioteca Central da Univali, com sessões às 18h30 e 20h40.

Apoio: Sitrapesca/Pousada Barra Mar. Seção de Arte e Cultura Univali.

Quem: Sheila Ana Calgaro é autora do livro e diretora do filme. O filme conta ainda com a produção de Simone Castro; arte e fotografia de Mederijohn Corumbá; edição de Luciana Siebert e Roberto Stahelin; trilha sonora de Leonardo Fellipi; narração de Mariana Furlan.

Considerações iniciais a respeito da decisão estapafúrdia do STF quanto ao exercício do Jornalismo

 

 

Na coordenação do Curso de Jornalismo da Univali, mantenho contato frequente com os colegas formados aqui na casa. Assim que saiu a decisão do STF revogando a exigência do diploma para o exercício profissional, recebi mensagem do colega Túlio Borges Filho, via banco de egressos.

 

As considerações que compõem este texto são o resultado da conversa que mantive com ele. Eu as encaminho a vocês, acadêmicos e colegas professores, porque considero importante que nos manifestemos para reafirmar a importância da formação superior na área. E também porque acredito que, passado o impacto inicial do equívoco de que a sociedade brasileira é vítima, podemos sair fortalecidos desse momento desfavorável, transformando-o em motivação para enfrentar e vencer obstáculos que não foram inventados ontem pelo STF (mas agravados por ele).    

 

Falo de velhos conhecidos nossos.  Vejamos, então: enquanto vigorou a lei ora derrubada, já tínhamos um mercado repleto de irregularidades, por conta de uma fiscalização inoperante. Todos sabemos de pessoas que trabalhavam sem diploma impunemente. Claro que se era assim com a lei, pior agora, sem ela. Entretanto, não podemos subestimar o público leitor, telespectador, ouvinte, internauta.

 

Quando busca uma informação segura, a quem a sociedade recorre? A qualquer site, a qualquer blog, a qualquer impresso, a qualquer um? Não; todos querem ter certeza de estar recebendo uma informação confiável, apurada com base em critérios técnicos e postura ética.

 

Acredito que para sobreviver num mercado tão competitivo, os próprios empresários da comunicação terão de levar isso em conta. E aí, na hora da contratação, o diploma vai pesar.

 

Estou, neste momento, tentando ver o lado menos ruim disso tudo. E tenho esperança de que, como diz o ditado, “o tiro saia pela culatra”, com algo feito para nos enfraquecer servindo como impulso para o fortalecimento das escolas de jornalismo – ficarão as de melhor nível (ou seja, temos motivação extra para lutar por cursos melhores);  e como forma de congregar a categoria – diplomada – em uma frente pela valorização da informação pautada no interesse público.

 

Somos 80 mil jornalistas formados no Brasil, segundo a Fenaj. Não vamos desaparecer no ar, certo? Estamos por aí, nas redações, nas assessorias, chefiando equipes, contratando gente,…

 

Como diz o jornalista Mário Xavier, não é possível extinguir jornalismo e jornalistas por decreto.

 

Muito do que está por vir depende de nós. Da nossa confiança na formação que temos, da nossa seriedade, da nossa certeza de estarmos fazendo o que é melhor para a sociedade. Com limitações, é certo, e os demais profissionais de outras áreas também as tem, mas acima de tudo com o discernimento de que – sim – um curso superior de Jornalismo é imprescindível para dar conta da realidade complexa que nos serve de matéria-prima.

 

 

Jane Cardozo da Silveira

SC00187JP

Acompanhe o pensamento do professor Rogério Christofoletti sobre a questão do diploma de Jornalismo e o STF:

http://monitorando.wordpress.com/2009/06/18/diploma-obrigatorio-caiu-e-agora/

Luiz Gonzaga Motta  (reproduzido do portal da Unb)

 

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira, 17 de junho, pela não obrigatoriedade do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista. Assim, qualquer pessoa, independente de sua formação, poderá exercer o Jornalismo, mesmo que tenha apenas curso primário. Pior ainda, as empresas jornalísticas poderão contratar e colocar nos cargos de repórter ou editor os seus afilhados pessoais, compadres e apadrinhados políticos, independente do preparo da pessoa para a responsabilidade destas funções.

A quem interessa o fim da exigência do diploma de jornalista? Os méritos do diploma para a profissão do Jornalismo e para a sociedade são tantos, e tão óbvios, que é difícil imaginar razões coerentes para acabar com ele.

O argumento contra a reserva de mercado não cabe. A legislação em vigor não é exclusiva. Quem não é formado em Jornalismo, como médicos, engenheiros, advogados e outros profissionais, pode escrever regularmente artigos sem nenhuma restrição. Pode manter colunas, apresentar um programa de TV, debater neste programa, criar blogs etc. A legislação não é restritiva. É só conferir a diversidade de conteúdos que existe hoje na mídia brasileira. Todas as outras profissões liberais exigem formação específica. Por que o Jornalismo seria exceção?

A liberdade de expressão também não é argumento contra o diploma. Basta abrir qualquer jornal ou revista, ligar a TV em um canal qualquer ou acessar os portais da internet para ler ou assistir a livre expressão de ambientalistas, ruralistas, religiosos, agnósticos, militantes radicais ou conservadores. Tem de tudo. Por conta da legislação atual, ninguém deixa de se expressar livremente. O mercado de idéias nunca foi tão livre, fértil e plural neste país. A exigência do diploma nada tem a ver com restrição à liberdade de expressão, portanto.

Se as escolas proliferaram e algumas delas têm qualidade suspeita para formar bons jornalistas, colocando no mercado profissionais desqualificados, o remédio não é acabar com o diploma. É preciso monitorar os cursos, aprimorá-los, avaliá-los periodicamente e fechá-los em caso de reincidência. Mas, a exigência do diploma nada tem a ver com a má qualidade de muitos jornalistas. Cursos de Direito foram recentemente mal avaliados, mas ninguém sugeriu acabar com exigência do diploma de advogado por causa disso. A má qualidade não decorre da exigência do diploma. Não vale enfiar a cabeça no buraco, como um avestruz.

Aparentemente, só empresas provincianas, familiares ou pouco profissionais têm interesse no fim do diploma. Isso daria a elas liberdade para empregar parentes, afilhados e compadres, sem formação. Talvez o fim do diploma possa ser também útil a algumas empresas de fachada moderna, mas interessadas no enfraquecimento da profissão para reduzir salários e manipular as relações empregatícias. Argumento mesquinho e arcaico. Como se fosse justificável hospitais e clínicas contratarem práticos da saúde no lugar dos médicos e dentistas formados para pagar a eles salários menores. Ou, se pudéssemos voltar ao tempo dos rábulas, para substituir os advogados formados.

A profissão de jornalista foi abastecida nos últimos 40 anos pelos cursos universitários, uma conquista da categoria e da sociedade. Nas últimas décadas, o Jornalismo brasileiro ganhou qualidade com a existência das escolas e a exigência do diploma. A maioria dos grandes nomes do Jornalismo brasileiro, hoje, é formada em faculdade. Não é preciso enumerá-los.

O Jornalismo passa hoje por uma mudança radical. O jornalista é cada vez menos um técnico e cada vez mais um analista político e social. Com desenvolvimento da tecnologia multimídia e o avanço da democracia no país, o Jornalismo tornou-se o espaço público por excelência. O espaço de mediação democrática dos conflitos. As fontes tornaram-se atores políticos e sociais ativos. Profissionais capazes de interpretar os conflitos e lidar com a multiplicidade de fontes são formados pelas universidades, não pelas relações clientelistas.

 

Num contransenso recheado de incoerências e inconsistências, os integrantes do STF derrubaram ontem à noite a exigência do diploma superior de jornalista para o exercício desta profissão.

Nós, do curso de Jornalismo da Univali, seguiremos neste e em outros espaços nos manifestando com tristeza e mais ainda com indignação contra esta decisão que contratia os interesses não só da classe, mas da sociedade brasileira que perde com este retrocesso.

Nosso diploma, apesar da indigna decisão, continua valendo, sendo o diferencial que leva ao exercício pleno do Jornalismo, apesar dos que cedem aos podres poderes.

Manifeste você também aqui sua opinião sobre este tema.

“Poesia de Imagens” revela olhar sensível de Jorge Licancabur

A Fundação Cultural de Blumenau convida a comunidade para prestigiar nesta quinta-feira, 18, a abertura de exposições: na Sala Oficial do MAB, Energias, com Marlene Hüskes; na Sala Especial, Poesia de Imagens, de Jorge Licancabur; na Sala Alberto Luz, Inspiração em Aquarela, de Janete Winckler; na Galeria do Papel, A Dança dos Dentes, de Charles Kliztke; e na Sala Elke Hering, Catalogados, com Ana Maccarini Manoel, Denise Koch Kewitz, Michelle Reinlein Duarte e Nelson Julio Laurentino de Souza.

A abertura das mostras será às 19h30min, quando também ocorre a apresentação musical de Toni de Holanda – MPB voz e violão, da Associação Musical Camerata Vocale e do quinteto da Banda Municipal de Blumenau. A promoção é aberta ao público.

 A Fundação Cultural fica na Rua Quinze de Novembro, 161, e a visitação às exposições poderá ser feita até 12 de julho, de segunda a sexta-feira, das 8 ao meio-dia e das 13h30min às 17h30min; sábados, domingos e feriados, das 10 às 16 horas. A entrada é gratuita. “Poesia de Imagens” de Jorge S Licancabur na Sala Especial: A exposição fotográfica “Poesia de Imagens” resgata fotos preciosas do fotógrafo e jornalista Jorge S Licancabur. No repertório, temas que poderiam ser comuns ao nosso olhar, são expressos com muita poesia. O fotógrafo proporciona, através de sua arte, um momento onde o olhar é direcionado para ver o belo da vida se expressando pelas formas, cores, texturas e luzes capturadas pelas lentes e transformadas em uma linguagem poética.

“O fotógrafo é um poeta que escreve com imagens” (Jorge S Licancabur)

O STF está prestes a julgar a necessidade de formação superior para o exercício da profissão de jornalista e precisamos convencer os 11 Ministros do Supremo de que a obrigatoriedade do diploma interessa não apenas à categoria, mas principalmente a toda a sociedade. Isto para que a regulamentação da profissão continue sendo um dos instrumentos de defesa deste Jornalismo cumpridor de sua função social. Enviem e-mails aos Ministros do ST manifestando essa opinião. Também divulguem esta mensagem, repassando a suas listas e mailings.

 

E-mails

 Ministro Gilmar Mendes – Presidente mgilmar@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Isabel Cristina Ferreira de Carvalho isabelc@stf.gob.br

 

Ministro Cezar Peluso – Vice-Presidente macpeluso@stf.gov.br

Chefe de Gabinete : Carla Kindler Rosanova Sotto mluciam@stf.gov.br

 

Ministro Celso de Mello mcelso@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Miguel Ricardo de Oliveira Piazzi piazzi@stf.gov.br

 

 Ministro Marco Aurélio mmarco@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Marcos Paulo Loures Meneses marcosp@stf.gov.br

 

Ministra Ellen Gracie ellengracie@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Ângelo Tabet angelotabet@stf.gov.br

 

Ministro Carlos Britto gabcarlosbritto@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Beatriz Ventura Teixeira Coimbra beatriz@stf.gov.br

 

Ministro Joaquim Barbosa mjbarbosa@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Marco Aurélio Lúcio marco@stf.gov.br

 

Ministro Eros Grau egrau@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Alexandra Mery Hansen Matsuo alexandram@stf.gov.br

 

Ministro Ricardo Lewandowski gabinete-lewandowski@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Patrícia Maria Landi da Silva Bastos: patriciaml@stf.gov.br

 

Ministra Cármen Lúcia clarocha@stf.gov.br

Chefe de Gabinete: Eduardo Silva Toledo eduardost@stf.gov.br

 

Ministro Menezes Direito

Chefe de Gabinete: Ana Maria Alvarenga Mamede Neves: gabmdireito@stf.gov.br

O Supremo Tribunal Federal incluiu na pauta da sessão de quarta-feira, dia 10 de junho, o julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a obrigatoriedade da formação universitária em Jornalismo para o exercício da profissão. O julgamento da exigência do diploma está marcado como primeiro ponto da sessão. Porém, pode ser mais uma vez postergado se o ministro Marco Aurélio solicitar a inclusão do caso do menino cuja guarda está sendo reivindicada pelo pai norteamericano. Se isto ocorrer, esta questão terá prioridade.

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